O que eu opero

Cinco frentes, tocadas pela mesma pessoa. É por operar todas elas que consigo olhar o negócio inteiro e mexer na peça certa.

Campanha no Meta e no Google: estrutura da conta, criativo, verba e o acompanhamento diário do que está saindo caro.

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Site institucional, página de venda e landing page, feitos para o anúncio levar a algum lugar. Escrevo o código, então ajuste depois da entrega não depende de terceiro.

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Sistema interno, CRM e painel que a equipe usa todo dia, feitos para o processo do negócio — não o negócio se adaptando a uma ferramenta pronta.

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Atendimento que responde sozinho, tarefa repetitiva que sai da mão de alguém, dado que anda entre sistemas sem ninguém copiar e colar.

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Roteiro, gravação, edição e publicação. Escrevo e edito eu mesmo, o que mantém o tom do cliente igual em todo lugar.

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Cases

Cada bloco é um projeto. Clique para ver o que existia antes, o que foi construído e o que mudou depois.

Como eu opero

Um caminho só, do primeiro diagnóstico ao número que entra no caixa. Cada passo aproveita o que o anterior deixou, e é por isso que as cinco frentes ficam comigo.

  1. Etapa 1: Entendo o negócio

    Antes de anúncio ou site, olho o que já existe: de onde vem cliente hoje, onde ele se perde e o que já foi tentado.

  2. Etapa 2: Monto a base

    Identidade, site e página de contato. É para lá que todo anúncio e todo post vão levar, então vem primeiro.

  3. Etapa 3: Coloco em movimento

    Mídias e anúncio trabalham juntos: o que funciona no perfil vira anúncio, e o anúncio leva para a página certa.

  4. Etapa 4: Automatizo o que travou

    O contato que chega é respondido na hora. A pergunta repetida trinta vezes por dia sai da mão de alguém.

  5. Etapa 5: Meço e ajusto

    Um número só, o do negócio. Se o custo por contato melhorou e nada entrou no caixa, é na frente que está segurando o resto que eu mexo.

Kennidi Anderson, de blazer azul-marinho e camisa branca, olhando para a câmera

Engenheiro de I.A., Gestor de Tráfego Pago, Desenvolvedor Web, Designer Gráfico

Kennidi Anderson

Comecei no marketing digital há 4 anos, com um único cliente, recebendo R$300 para gerenciar o tráfego pago dele.

Foi o suficiente para eu descobrir o que queria fazer. Aos poucos fui expandindo: entrei de cabeça em criação de mídia, depois em desenvolvimento de sites e sistemas. E quando a inteligência artificial explodiu, não fiquei assistindo de fora, me especializei.

Hoje sou Engenheiro de I.A. E isso não significa apenas usar inteligência artificial: significa integrá-la ao trabalho, aos processos e à gestão de cada projeto que passa pelas minhas mãos.

Em pouco tempo, já foram mais de 30 empresas atendidas e hoje mantenho mais de 15 empresas ativas, com uma equipe estruturada e um sistema de parcerias que amplia o que consigo entregar.

Mas o número que mais importa é outro: o quanto eu estou presente.

Meu objetivo nunca foi ser mais uma agência genérica, que entrega relatório no fim do mês e some no resto. Eu quero ser o parceiro do seu negócio, aquele que está no dia a dia, que entende o contexto e que responde quando você precisa. Por isso, suporte ao cliente aqui não é um setor. É prioridade.